Vitamed diz que ivermectina é eficaz contra COVID-19 e rebate alemã Merck



 

A empresa europeia sustenta a tese de que a ivermectina não tem efeito no tratamento do coronavírus


A queda de braço sobre a eficácia ou ineficácia da ivermectina continua. Agora, a Vitamed Indústria Brasileira, responsável pela produção do fármaco no Brasil, rebateu o laboratório alemão Merck. A empresa europeia sustenta a tese de que a ivermectina não tem efeito no tratamento do coronavírus.

“A Merck não é produtora da Ivermectina para humanos no Brasil. Desconhecemos qualquer estudo pré-clínico que essa empresa tenha realizado para sustentar suas afirmações quanto a ação terapêutica no contexto da COVID-19. A nota da Merck coincide com os testes que ora promove para desenvolver outro medicamento, o Molnupiravir (MK 4482) contra a COVID-19 e cujos dados foram atualizados no seu site no dia de hoje (05-02-2021)”, disse em nota o diretor superintendente da Vitamed, Jailton Bezerra.

Ele justificou que o medicamento é de baixo custo e possui “baixo impacto em termos de efeitos adversos e largamente prescrita pela comunidade médica”.

“Após a eclosão da pandemia da COVID-19, várias evidências médicas e estudos realizados ao redor do mundo, indicaram o medicamento como antiviral e incluído em protocolos médicos de instituições públicas e privadas como um adjuvante no tratamento da doença, especialmente nas fases iniciais. Isso ocorreu a partir de março de 2020 quando, pioneiramente, a University Monash, de Melbourne, na Austrália, apontou o benefício da droga como redutora da replicação viral”, complementa.

Ressaltou ainda que foram realizados testes na Inglaterra, Estados Unidos, Egito, Argentina, Eslováquia, Egito, Peru, México, além de outros países. Os resultados “apontaram o produto como antiviral, obtendo a adesão de médicos e autoridades de saúde em inúmeros países”.

Por fim, Batista disparou: “Foram as orientações de médicos no Brasil e no restante do mundo que impulsionaram o uso responsável do produto. Tratar os pacientes numa situação emergencial e de elevada gravidade, é uma prerrogativa do médico e, mais do que isso, uma questão de humanidade”.


Focus Jor

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