Jovem que faleceu após tomar medicação em hospital, tem túmulo violado em Pentecoste




 O corpo da Jovem Maria Tatiane Gomes Lima, que faleceu aos 24 anos no final de semana, sepultada ontem (06), teve o túmulo violado durante a madrugada desta segunda-feira (07), no Cemitério Publico de Pentecoste. Nesta manhã, um funcionário do Cemitério, que havia chegado para trabalhar, foi quem encontrou o túmulo aberto e acionou a Polícia Militar. 


Nas imagens gravadas, é possível perceber, que a tampa do caixão está em desnível com a urna. Em frente ao tumulo, o mato está "amassado", de maneira que algo pesado fosse posto em cima da vegetação. 

Para alguns populares que estiverem no cemitério, o caso é revoltante e assustador. Uma prima da falecida  classificou como "monstro" o autor da violação.

Segundo informações, o cemitério não dispõe de nenhum tipo de vigilância em funcionamento  durante o final de semana, fato esse que contribuiu para que o suspeito chegasse a pratica bizarra contra o corpo da jovem.

Ainda não se sabe o número de pessoas envolvidas e nem a motivação. O crime de violação, conforme o Art. 210 do Código Penal, está sendo investigado pela polícia. Moradores acreditam que o responsável praticou sexo com o cadáver da mulher. 

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para recolher o corpo e fazer a perícia para saber se houve a prática de necrofilia.

Em 20 anos, esse já é o terceiro caso de violação de túmulos em Pentecoste. Em abril de 2018, o corpo de uma senhora identificada por Ivaneusa Sabino da Penha, foi retirado do túmulo durante a madrugada e encontrado fora do caixão durante a manhã, por um funcionário do Cemitério Público de Pentecoste. As vestes estavam rasgadas e o cadáver foi deixado seminu a alguns metros do local de sepultamento e o caixão vazio devolvido ao túmulo.


O caso

A jovem faleceu após entrada no Hospital de Pentecoste por volta das 07h00 com a família. No plantão, ela alegou que sentia fortes dores na cabeça. Após a consulta, um médico plantonista prescreveu a medicação. Uma enfermeira da unidade administrou a medicação na paciente. Minutos depois, Maria Tatiane, acabou sofrendo uma reação alérgica ao medicamento.



Tatiane teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu vindo a óbito na unidade na manhã do último sábado (06). A família alega desconhecer qualquer alergia da paciente ao medicamento. E diz ainda, que não foi realizado nenhum procedimento médico de emergência no intuito de tentar salvar a vida da paciente.

A direção do Hospital, até o momento não se manifestou sobre o caso. 

Pentecoste Notícias 

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