Cidades do Ceará registram baixas temperaturas




 As regiões do Maciço de Baturité, Ibiapaba e do Cariri cearense registraram as menores temperaturas, no Estado, variando entre 15°C e 18°C, nas últimas 48 horas. O inverno geográfico começou no Hemisfério Sul no início da madrugada do último dia 21 de junho e se estende até o dia 22 de setembro próximo. Mesmo estando próximo à Linha do Equador, há influência de queda de temperatura no Ceará, chegando à mínima por volta das 6h.

As cidades serranas são as que marcam temperaturas mais baixas:

  • Guaramiranga (15°C)
  • Barbalha (16.7°C)
  • Caririaçu (17°C)
  • Guaraciaba do Norte (17°C)
  • Pacoti (17°C).
  • Araripe (18°C)
  • Catarina (18°C)
  • Meruoca (18°C)
  • Pereiro (18°C)
  • São Benedito (18°C)
  • Morada Nova (18.5°C)

Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Climatempo. No decorrer deste mês, as temperaturas vão continuar baixas no Ceará, indicam os institutos de meteorologia.

Na manhã desta quinta-feira (1º), o aposentado Paulo Souza, morador da cidade de Guaramiranga, foi comprar o pão como faz rotineiramente por volta das 6h. “Está muito frio, mas gosto desse período do ano”, disse. “A gente tem de sair agasalhado”. 

Quem percorre as cidades serranas do Ceará nesta época do ano observa a população usando roupas de frio, em particular no período da manhã para ir ao trabalho e às compras.

O servidor público municipal de Guaramiranga Otacílio Magalhães Neto disse que “ao cair da noite e pela manhã cedo, é impossível ficar sem agasalho, na rua, mas ao longo do dia a temperatura fica mais amena”.

A doceira Maria de Fátima Soares de Queiroz disse que já se acostumou com o frio da serra da Guaramiranga. “Nos últimos anos, acho que está mais frio e hoje passou o dia chovendo, e isso dá uma preguiça para se levantar, mas quem trabalha sai de casaco”.

No Cariri cearense, Barbalha registrou 16,7°C e os moradores acordaram com uma sensação de mais frio ainda porque uma brisa suave corria pela cidade. A comerciária Ana Meiry Oliveira lembrou que os avós dela “sentem mais frio e ficam em casa agasalhados”.


Diario do Nordeste

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