Rede de apoio é essencial para superar a depressão



 




O mundo presencia uma grande explosão de casos de depressão, ansiedade, síndrome do pânico, de melancolia e tristeza profunda, de desapego e introspecção. Por isso, durante o Setembro Amarelo – mês de prevenção ao suicídio – o psicólogo do Hapvida, Carol Costa, reforça a importância de uma rede de apoio emocional no combate à depressão.

Segundo ele, a depressão é uma doença que se caracteriza por uma tristeza intensa e de longa duração, a ponto de afetar a rotina, vida profissional e social do indivíduo.

“Hoje a depressão é considerada o mal dos tempos modernos”, frisa. “E como a doença atinge o indivíduo em sua totalidade, é muito importante ter uma rede de apoio, inclusive de informação”, completa.

Costa reforça que a tristeza existe e faz parte da vida de todas as pessoas, mas o problema está quando ela é limitante. E, como saber quando alguém está com depressão?


“A partir do momento que a tristeza; melancolia; falta de vontade; sensação de incapacidade, inclusive de se entreter com atividades antes prazerosas, começa a atrapalhar a vida. Quando a tristeza se transforma em um limitador, isso faz com que a depressão ganhe força E, em alguns casos, se não tratada, pode levar à morte, pois a pessoa deixa até de ter vontade de viver, com pensamentos pessimistas e de finitude”, explica o psicólogo.



Rede de apoio para a depressão

É nessa fase que deve entrar em cena a rede de apoio, pessoas próximas que são essenciais para o paciente superar a depressão e retomar a qualidade de vida. Além dos amigos e familiares, Costa enfatiza a importância de equipe especializada, multidisciplinar, que ajudará o paciente na manutenção e preservação de sua saúde mental.

“O primeiro passo é o entendimento do que está acontecendo. Em seguida, encarar que está doente, para posteriormente buscar ajuda profissional”, orienta. “Procure um psicólogo, pois ele tem as ferramentas e o conhecimento necessários para ajudar nesse momento. Já alguns pacientes, que se encontram em uma situação mais grave, vão precisar da intervenção medicamentosa, onde entra o psiquiatra e o neurologista, que ajudarão demais no processo”, conclui.




GC Mais
 

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