“Se houver necessidade de tomar decisões mais duras, vamos tomar”, diz Camilo sobre a pandemia



Governador também prometeu maior rigor na fiscalização de estabelecimentos para evitar aglomerações.

“Se houver necessidade de o Estado ter que tomar decisões mais duras, nós vamos tomar”, afirmou o governador do Ceará, Camilo Santana, ao comentar o avanço da positividade de testes da Covid-19 em Fortaleza e outras regiões de Saúde do Estado. A declaração foi dada em anúncio virtual, na manhã desta segunda-feira (7), ao lado do titular da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Dr. Cabeto

“Infelizmente, tenho visto a algumas cenas e, a partir de agora, seremos mais rigorosos com estabelecimentos que estão descumprindo as regras sanitárias. No mundo inteiro, no Brasil e no Ceará, está aumentando o número de casos. É fundamental que as pessoas respeitem as orientações, mas também fiscalizem edenunciem, porque estamos falando de proteger as pessoas e a economia”, disse Camilo.

Até 15h58 do último domingo (6), o Ceará confirmou 304.640 casos da Covid-19 entre a população desde o início da pandemia, de acordo com a atualização mais recente da plataforma IntegraSUS. Outros 41.592 exames estão em investigação. No mesmo período, 9.704 pessoas perderam a vida por causa da doença.

Nas últimas semanas, Fortaleza e a Região de Saúde da Capital vêm registrando aumento na taxa de positividade de testes. Diante desse cenário, especialistas passaram a sugerir medidas mais restritivas contra uma possível segunda onda da Covid-19.

Na live, Camilo voltou a recomendar o uso da máscara, a evitar aglomerações e a cumprir os horários de funcionamento dos estabelecimentos já autorizados a retornar às atividades.  “Ainda estamos numa pandemia, ela não acabou”, reforça.

O governador do Estado também pontuou os esforços da gestão em adquirir doses da vacina imunizante contra a Covid-19. “Estamos lutando muito para trazer a vacina o mais rápido possível, mas enquanto não a tivermos, precisamos ter cautela e zelo”, argumenta.


Diário do Nordeste 

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